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Na verdade, se o peso do alimento fosse importante, seria bem fácil emagrecer: bastaria beber mais água.

A água acionaria os receptores de peso do trato digestivo e nosso apetite diminuiria.

Infelizmente, não é assim que nossos reguladores de apetite funcionam (o centro cerebral no hipotálamo que controla a ingestão de alimentos).

O que influencia nossos reguladores de apetite são o volume, as calorias e os nutrientes de uma refeição, não seu peso.

Como as comidas consumidas por boa parte das sociedades ocidentais industrializadas são muito calóricas, muitos de nós já tentaram fazer dieta comendo pequenas porções de uma comida pobre em nutrientes.

Desse jeito não apenas temos que passar fome, como também somos acometidos por um desejo descontrolado, já que ficamos com uma deficiência nutricional que o corpo precisa sanar.

Precisamos consumir um determinado número de calorias para nos sentirmos satisfeitos.

A partir de agora, peço que você repense o que considera o tamanho ideal de uma porção.

Para ter boa saúde e físico permanentemente magro, você deve comer grandes porções de alimentos verdes.

Quando o assunto for folhas verdes, lembre-se de fazer um prato enorme para os padrões convencionais.

Comer grandes porções desses alimentos saudáveis é a chave para seu sucesso.

O Truque Do Peso/Nutrientes

A relação entre peso e propriedades nutricionais esconde a verdadeira face dos alimentos processados e com poucos nutrientes, fazendo com que os de origem animal não pareçam tão gordos assim.

Será que é por isso que a indústria de alimentos escolheu esse método de avaliação?

Será que existe uma conspiração para que os consumidores não percebam o que de fato estão comendo?

Por exemplo, um cheeseburger duplo com bacon do Burger King obviamente não é um alimento com baixo teor de gordura.

Se calcularmos seu percentual de gordura em relação ao peso e incluirmos no pacote o ketchup e o pão, podemos afirmar com precisão que esse lanche tem apenas 18% de gordura e que, portanto, 80% do sanduíche é livre de gordura.

No entanto, se usarmos o percentual de gordura pela quantidade de calorias, o mesmo lanche passa a ter 54% de gordura e o hambúrguer sozinho passa a ter 68% de gordura.

Nos anos 1990, o McDonald’s anunciou que o lanche Mclean Deluxe era 91% livre de gordura usando esse mesmo truque numérico.

Na verdade, 49% das calorias do lanche provinham da mais pura gordura.

Do mesmo modo, o chamado leite desnatado com apenas 2% de gordura não tem realmente apenas 2%, mas 35% de gordura.

Os fabricantes só pode dizer que seu produto é 98% livre de gordura (usando o critério do peso) por causa da água que vem junto com o leite.

Leite desnatado não é um produto com baixo teor de gordura, assim como queijo light e outros produtos de origem animal também não.

Eles só são considerados “magros” dentro dessa lógica de medir peso/valor nutricional.

Esse é apenas um triste truque aplicado no consumidor.

Aliás, a título de curiosidade, 49% das calorias do leite integral são provenientes de gordura.

 

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Post Author: Blog - Emagrecer com Saúde

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