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A cada dia, a indústria farmacêutica cria novos remédios na tentativa de amenizar nosso comportamento alimentar autodestrutivo.

O mais frequente é tratarmos as doenças depois que os danos degenerativos aparecem.

A doença que se instala é resultado de trinta ou sessenta anos de abusos alimentares.

Laboratórios e pesquisadores tentam desenvolver e comercializar remédios capazes de frear a epidemia de obesidade.

Esse tipo de raciocínio está fadado ao fracasso.

O corpo sempre paga um preço pelo consumo de remédios, que normalmente têm efeitos tóxicos.

Os efeitos “colaterais” não são os únicos efeitos tóxicos dos remédios.

Os médicos aprendem já na primeira aula de farmacologia que todos os remédios são tóxicos, só varia o grau, haja efeito colateral ou não.

Os professores de farmacologia enfatizam que isso nunca deve ser esquecido.

Não dá para escapar das imutáveis leis de causa e efeito da biologia tomando remédios.

Se não fizermos mudanças significativas na nossa alimentação, não serão remédios receitados por médicos que irão melhorar nossa saúde ou aumentar nossa expectativa de vida.

Se queremos proteger de fato a nossa saúde, temos que eliminar o agente causador.

Temos que parar de nos maltratar com comidas que causam doenças.

Mude Seus Hábitos e Prolongue Seu Tempo De Vida

As evidências de que é possível prolongar a vida de um ser humano através de restrições alimentares são inúmeras e irrefutáveis.

Reduzir o consumo de calorias é o único método experimental para prolongar consideravelmente o tempo de vida de uma pessoa, atingindo seu máximo.

Isso foi comprovado em todas as espécies testadas, de insetos e peixes a ratos e gatos.

Há muitas centenas de estudos a esse respeito.

A seguir faço referência a apenas um deles.

Há muito tempo os cientistas sabem que ratos de laboratório que ingerem menos calorias vivem mais.

O mesmo se constatou em primatas (ou seja, você).

Um estudo publicado no Proceedings of The National Academy of Sciences descobriu que reduzir 30% das calorias da dieta de um macaco prolongava sua vida.

Ao oferecer uma nutrição adequada, essa dieta experimental deixava o metabolismo dos macacos mais lento e reduzia sua temperatura corporal, algo que também foi observado nos ratinhos magros e longevos.

Além disso, houve uma redução dos níveis de triglicerídeos e um aumento do HDL, o colesterol bom.

Anos de estudos com várias espécies diferentes confirmaram que animais alimentados com uma quantidade que quiser chegam a reduzir seu tempo de vida pela metade.

Uma alimentação com muitos nutrientes e poucas calorias resulta em uma vida consideravelmente mais longa e na prevenção de doenças crônicas.

De roedores a primatas observamos o seguinte:

  • Resistência ao câncer induzido experimentalmente
  • Proteção contra o câncer espontâneo e genericamente predisposto
  • Adiamento do aparecimento de doenças típicas da velhice
  • Ausência de aterosclerose e diabetes
  • Diminuição do colesterol e dos triglicerídeos e aumento do HDL
  • Aumento da sensibilidade à insulina
  • Aperfeiçoamento do mecanismo de conservação de energia, incluindo a redução da temperatura do corpo
  • Redução do estresse oxidativo
  • Redução nos parâmetros do envelhecimento celular, incluindo a congestão celular
  • Aperfeiçoamento dos mecanismos de reparação celular, incluindo enzimas de reparo do DNA
  • Redução da resposta inflamatória e proliferação de células imunes
  • Melhor defesa contra estresses ambientais
  • Supressão das alterações genéticas associadas ao envelhecimento
  • Proteção de genes associados à remoção de radicais do oxigênio
  • Inibição da produção de metabólitos que são potentes agentes de reticulação
  • Redução da taxa metabólica

A relação magreza e longevidade “versus” obesidade e redução do tempo de vida é concreta.

Outra consideração importante feita por outros estudos com animais é que a restrição de proteínas e gorduras consegue prolongar o tempo de vida ainda mais.

Aparentemente, ingerir mais proteínas e gorduras promove a produção de hormônios, estimulando o aparelho reprodutor e outros indicadores de idade, além de favorecer o crescimento de alguns tumores.

No amplo campo da investigação da longevidade existe apenas uma descoberta que se manteve intacta ao longo dos anos: comer menos prolonga a vida, desde que haja ingestão adequada de nutrientes.

Todas as outras teorias sobre longevidade são meramente conjecturais e não comprovadas, incluindo a da reposição hormonal de estrogênio, DHEA, hormônios do crescimento e melatonina ou de tomar suplementos nutricionais.

Até hoje, não há evidência sólida de que fornecer ao corpo qualquer elemento nutritivo em quantidades maiores do que aquelas que já estão presentes em uma dieta rica em nutrientes possa prolongar a vida.

Isso contrasta com a esmagadora evidência sobre restrição proteica e calórica.

Precisamos ter bastante clareza de que se nosso objetivo é viver o máximo que pudermos, não devemos exagerar no consumo de comidas hipercalóricas.

Consumir alimentos com calorias vazias torna impossível a busca por uma saúde de excelência e pelo fortalecimento de nosso potencial genético.

 

 

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Post Author: Blog - Emagrecer com Saúde

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